Mónica Mogne

Cédulas Profissionais da

Administração Central do Sistema de Saúde Português

Nº0300170 (Naturopatia)

Nº 0400149 (Fitoterapia)

Formação:

  • Advanced Nutrition and Fitness Coaching (EUA – Internacional Board of  Nutrition and Fitness Coaching) , com especialização em performance desportiva e estabilização dos níveis glicémicos.
  • Curso de Naturopatia e Outras Terapias Naturais
  • Curso de Fitoterapia Naturopática
  • Curso de Técnicas de Tratamento Complementar de Saúde
  • Curso de Técnicas de Avaliação de Saúde Natural
  • Curso de Happy Yoga
  • Formadora nas Escolas Públicas ( Do pré-escolar ao Secundário) e no Instituto Politécnico de Santarém na área da Educação para a Saúde
  • Co-Autora com distinção pela Escola Superior de Educação de Santarém e pela Escola Superior de Educação de Braga, da « COMUNICAÇÃO EDUCACIONAL NO CONTEXTO EMERGENTE DA EDUCAÇÃO BÁSICA – “EDUCAÇÃO PELA ARTE NO PRÉ-ESCOLAR”»
  • Monografia «TERAPIAS NATURAIS EM ONCOLOGIA», avaliada com distinção.
  • Monografia «Medicina ortomolecular, nutrição funcional, terapêutica ortomolecular, epigenética, nutrigenética e nutrigenómica aplicada ao desporto e performance» (em realização)

Locais de trabalho:

  • Elite Sports Performance
  • Clínicas WeCare
  • Ass Hospital Civil e Misericórdia de Alhandra
Portaria n.º 207-A/2014 NATUROPATIA

1 — A naturopatia é a terapêutica que estuda as propriedades e aplicações dos elementos naturais, a fim de prevenir a doença e manter, promover e restaurar a saúde,
recorrendo ainda ao aconselhamento dietético naturopático e à orientação sobre estilos de vida e utilizando a fitoterapia, a homeopatia, a hidroterapia, a geoterapia, as terapias
da manipulação e outros métodos afins.
2 — A naturopatia:
a) Consiste numa abordagem holística, energética e natural do ser humano, através de métodos de diagnóstico, prescrição e tratamentos próprios, assentes em axiomas e
teorias específicas;
b) Recorre aos agentes físicos e métodos energéticos, com base nas filosofias ocidental e oriental, através dos quais diagnostica, trata e cuida dos pacientes, utilizando sistemas e práticas que se baseiam em tratamentos e cuidados de ação bio -psicofisiológica e higiénicos, que têm como objetivo reequilibrar as funções orgânicas e outras situações anormais existentes no organismo, proporcionando ao mesmo tempo as condições indispensáveis à
manutenção e recuperação do seu equilíbrio, no total respeito pelas «leis naturais» que regulam as funções do corpo humano e pelas «leis naturopáticas» que devem regular a terapêutica e os cuidados de saúde de índole natural com vista a atingir a autocura.

O naturopata deve ser capaz de:
a) Atuar na sua prática profissional de modo a promover a saúde e prevenir a doença dos seus clientes, avaliando-
-os, realizando o exame de saúde naturopático e utilizando meios de diagnóstico próprios da naturopatia de forma a avaliar a constituição e vitalidade e a diferenciar os fatores que determinam os padrões de desequilíbrio sistémico e as suas relações no contexto do utente de acordo com aaplicação das teorias da naturopatia;
b) Reconhecer as situações em que as queixas do cliente possam ser indicadoras de patologias ou problemas fora do âmbito da naturopatia e necessitem da intervenção de
outro profissional;
c) Aconselhar regimes nutricionais, dietéticos e estilos de vida;
d) Investigar e avaliar, em conjunto com o cliente, os fatores individuais que podem afetar a sua saúde e bem–estar;
e) Prestar informação aos clientes e ao público com vista à promoção da saúde e à prevenção das doenças;

f) Analisar problemas, recolhendo e interpretando os dados, e resolvê -los, fundamentando o raciocínio e as decisões;
g) Ministrar combinações ou fórmulas de plantas e acompanhar a evolução do tratamento de acordo com a legislação em vigor para esses produtos;
h) Reconhecer e intervir perante reações adversas ao tratamento naturopático;
i) Manter a sua própria saúde e estabelecer uma relação terapêutica adequada com o cliente;
j) Avaliar criticamente a sua prática da naturopatia através da autorreflexão, respostas dos clientes e dos colegas, análise de casos e auditorias;
k) Ler criticamente a literatura científica e incorporar a informação na sua prática;
l) Manter ao longo da vida profissional as competências da prática da naturopatia e conceber e aplicar um plano de desenvolvimento profissional contínuo, atualizando -se permanentemente quanto aos desenvolvimentos desta área;
m) Elaborar estudos de caso no âmbito da naturopatia e proceder à sua apresentação;
n) Supervisionar colaboradores e estagiários no âmbito da naturopatia.

Portaria n.º 207-E/2014 Fitoterapia

1 — A fitoterapia é a terapêutica que utiliza, como ingredientes terapêuticos, substâncias provenientes de plantas, e inclui a promoção da saúde, a prevenção da doença, o diagnóstico e o tratamento, abrangendo ainda o aconselhamento dietético e a orientação sobre estilos de vida.
2 — A fitoterapia é uma terapêutica:
a) Com uma conceção holística, energética e natural do ser humano, e métodos de diagnóstico, prescrição e tratamento próprios assentes em axiomas e teorias específicos;
b) Que utiliza como ingredientes terapêuticos plantas frescas ou secas, medicinais e alimentares, substâncias provenientes de plantas, nomeadamente óleos essenciais
e florais, e os seus extratos e preparados que contêm partes de plantas ou combinações entre elas, para diferentes formas de utilização, incluindo a interna e a externa, e usa suplementos alimentares e dietéticos. As plantas ou as suas preparações podem ser produzidas para consumo imediato ou como base para suplementos alimentares e produtos vegetais, sujeitos à legislação aplicável a este tipo de suplementos e produtos.

O fitoterapeuta deve ser capaz de:
a) Atuar na sua prática profissional de modo a promover a saúde e prevenir a doença dos seus clientes, realizando o exame de saúde e utilizando meios de diagnóstico naturais, tais como a entrevista, a observação, a avaliação da constituição e da vitalidade, a diferenciação dos fatores que determinam os padrões de desequilíbrio sistémico e as suas relações no contexto do cliente de acordo com o raciocínio específico das diferentes teorias da fitoterapia;
b) Reconhecer as situações em que as queixas do cliente possam ser indicadoras de patologias ou problemas fora do âmbito da fitoterapia e necessitem da intervenção de outro profissional;
c) Estabelecer os princípios e estratégias terapêuticas, e gerir o plano de tratamento;
d) Aplicar plantas medicinais, fórmulas e produtos fitoterápicos e suplementos alimentares, aconselhar regimes nutricionais, dietéticos e estilos de vida, e acompanhar a evolução do tratamento, de acordo com a legislação em vigor;
e) Reconhecer e intervir perante reações adversas ao tratamento fitoterápico;
f) Investigar e avaliar, em conjunto com o cliente, os fatores individuais que podem afetar a sua saúde e bem -estar;
g) Prestar informação aos clientes e ao público com vista à promoção da saúde e prevenção das doenças;
h) Aplicar métodos de prevenção da doença, de reabilitação e de prática terapêutica própria da fitoterapia e identificar as características terapêuticas das plantas de
modo a fazer a sua prescrição adequada;
i) Desenvolver e implementar planos de tratamento, prescrevendo produtos fitoterápicos, proporcionando aconselhamento nutricional, dietético e de estilos de vida, de
acordo com a legislação em vigor;
j) Manter a sua própria saúde e estabelecer uma relação terapêutica adequada com o cliente;
k) Avaliar criticamente a sua prática da fitoterapia através da autorreflexão, resposta dos clientes e dos colegas, análise de casos e auditorias;
l) Ler criticamente a literatura científica e incorporar a informação na sua prática;
m) Basear a sua atividade numa abordagem holística da saúde, incidindo no indivíduo como um todo;
n) Conhecer o ser humano, de modo a permitir reconhecer e interpretar sinais de disfunção e desenvolver estratégias e tratamentos adequados;
o) Manter ao longo da vida profissional as competências da prática da fitoterapia e conceber e aplicar um plano de desenvolvimento profissional contínuo, atualizando -se
permanentemente quanto aos desenvolvimentos desta área;
p) Analisar problemas, recolhendo e interpretando os dados, e resolvê -los, fundamentando o raciocínio e as decisões;
q) Elaborar estudos de caso no âmbito da fitoterapia e proceder à sua apresentação;
r) Supervisionar colaboradores e estagiários no âmbito da fitoterapia.

 

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